Regionais

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A cidade de Machado, localizada na região Sul de Minas, viveu cenas de terror na madrugada desta terça-feira (25). Criminosos fortemente armados fizeram moradores reféns, trocaram tiros com a Polícia Militar e explodiram caixas eletrônicos. As cenas de violência, conforme testemunhas, duraram aproximadamente 40 minutos. Após os ataques, os bandidos fugiram e ainda não foram localizados. Uma operação de busca foi montada para prender os suspeitos. Conforme a Polícia Militar, aproximadamente 15 homens participaram do assalto. Eles se dividiram em dois grupos para dificultar a ação dos militares. Parte do bando rendeu populares que estavam perto de uma lanchonete. As vítimas foram obrigadas a tirar as camisas e a colocar as mãos na cabeça. Em vídeos que circulam no WhatsApp é possível ver que um dos bandidos aponta um fuzil para um dos moradores. Enquanto isso, outros suspeitos agiam na Praça Antônio Carlos, no Centro do município, onde estão várias agências bancárias. Durante a ação, os criminosos conseguiram explodir caixas eletrônicos das agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. O montante levado dos dois bancos ainda não foi contabilizado. Logo que as explosões foram ouvidas e a população feita refém, a PM foi acionada. Os militares foram recebidos a tiros e revidaram. O tiroteio foi registrado por moradores da região. As primeiras informações da PM dão conta de que os bandidos conseguiram explodir os cofres bancários e destruir o sistema de monitoramento por câmeras dos dois bancos. Nas agências, os peritos recolheram diversas cápsulas de munições calibres .12, .40 e .556, além de cédulas manchadas. Durante a fuga, os criminosos jogaram miguelitos (objetos pontiagudos utilizados para furar pneus) nas ruas para impedir que as viaturas fizessem as buscas. Além da PM, a Polícia Civil e a Polícia Federal também atuam na ocorrência. Testemunhas teriam anotado a placa de um dos veículos envolvido na ação e as buscas já foram iniciadas.

Fonte: Hojeemdia

Três casos suspeitos de malária foram confirmados no distrito de Limeira, que fica a 40 km de Mantena, no Leste de Minas. Segundo o secretário de Saúde do município, Ocimar Rufino, nove pessoas manifestaram alguns dos sintomas da doença, sendo que três foram confirmados, um foi descartado e outros cinco seguem em investigação. O primeiro caso notificado na região da zona rural foi na sexta-feira (17). Por causa dos surtos da doença, que se espalhou pelo estado do Espírito Santo, o município de Mantena confirmou que os casos registrados na zona rural foram de pessoas que estiveram recentemente no estado capixaba, que faz divisa com o distrito de Limeira, e retornaram para Minas Gerais já contaminados com a doença. Segundo Ângela Vinhal, Coordenadora do Programa de Saúde da Família do distrito de Limeira, a situação está sendo monitorada. “O nosso papel é, junto com os agentes comunitários, ir de casa em casa avisando que a situação está controlada mas estamos em alerta, para não ter alarde.” Para diminuir o risco da doença se tornar uma epidemia na região, o combate à malária está sob a responsabilidade da Coordenação Endemias do Município, que está investigando se existe a presença do vetor responsável pela transmissão da doença. O coordenador Marcelo Magno orienta a população a ter certas práticas que podem ajudar no combate a doença, que não possui vacina. “Toda vez que você for em uma área dessa, você deve usar muito repelente, camisas de manga comprida, ter cortinado aonde você for dormir.” Ainda de acordo com o coordenador, o combate ao Anopholes, transmissor da malária, é complicado pelo habitat onde o mosquito é encontrado, com vegetações altas e regiões próximas à grande quantidade de água. “É muito difícil combater o Anopholes, porque ele está inserido no meio ambiente, é um mosquito que vive em lagoas, lagos alagados, fora do perímetro urbano”.

 

Fonte:  G1

Um padre foi detido na madrugada deste domingo (19) em Aimorés, na região do Vale do Rio Doce, por dirigir embriagado. De acordo com boletim de ocorrência, F.L.S.L., de 42 anos, apresentava sinais de embriaguez e foi parado por policiais durante uma blitz. Não é a primeira vez que o padre é preso. Ao descer do carro de cor branca modelo Polo, os policiais pediram para que o padre realizasse o teste do bafômetro. Em um primeiro momento, soldados da PM constataram que havia 0,45 mg/litro de sangue. Mais tarde, um novo teste foi realizado. “Já a contraprova realizada posteriormente constou 0,48mg/litro”, diz trecho do boletim de ocorrência. O padre, que trabalha em Itueta, no Vale do Rio Doce, foi atendido em um hospital da cidade e liberado pelo médico plantonista. Os policiais, então, encaminharam o padre para delegacia de Governador Valadares, também na região do Vale do Rio Doce. A reportagem de O TEMPO apurou que o delegado de plantão determinou pagamento R$ 3 mil como fiança. A carteira de habilitação do padre foi apreendida e ele pode ficar sem dirigir por até um ano. De acordo com artigo 306, do Código de Trânsito Brasileiro, “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência. Penas: detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor”. O padre F. L. S. L. foi preso em março de 2016 por tráfico de drogas e corrupção de menores. À época, ele foi acusado de pedir para um adolescente de 16 anos comprar drogas para ele. Segundo boletim de ocorrência, o religioso pediu para o adolescente comprar cocaína em uma boca de fumo de Governador Valadares. Naquele momento, o padre informou à polícia que era usuário de drogas. A reportagem não conseguiu, até o momento, falar com o padre ou com funcionários da Diocese de Governador Valadares.

 

Fonte:  O Tempo

Um padre foi detido na madrugada deste domingo (19) em Aimorés, na região do Vale do Rio Doce, por dirigir embriagado. De acordo com boletim de ocorrência, F.L.S.L., de 42 anos, apresentava sinais de embriaguez e foi parado por policiais durante uma blitz. Não é a primeira vez que o padre é preso. Ao descer do carro de cor branca modelo Polo, os policiais pediram para que o padre realizasse o teste do bafômetro. Em um primeiro momento, soldados da PM constataram que havia 0,45 mg/litro de sangue. Mais tarde, um novo teste foi realizado. “Já a contraprova realizada posteriormente constou 0,48mg/litro”, diz trecho do boletim de ocorrência. O padre, que trabalha em Itueta, no Vale do Rio Doce, foi atendido em um hospital da cidade e liberado pelo médico plantonista. Os policiais, então, encaminharam o padre para delegacia de Governador Valadares, também na região do Vale do Rio Doce. A reportagem de O TEMPO apurou que o delegado de plantão determinou pagamento R$ 3 mil como fiança. A carteira de habilitação do padre foi apreendida e ele pode ficar sem dirigir por até um ano. De acordo com artigo 306, do Código de Trânsito Brasileiro, “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência. Penas: detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor”. O padre F. L. S. L. foi preso em março de 2016 por tráfico de drogas e corrupção de menores. À época, ele foi acusado de pedir para um adolescente de 16 anos comprar drogas para ele. Segundo boletim de ocorrência, o religioso pediu para o adolescente comprar cocaína em uma boca de fumo de Governador Valadares. Naquele momento, o padre informou à polícia que era usuário de drogas. A reportagem não conseguiu, até o momento, falar com o padre ou com funcionários da Diocese de Governador Valadares.

 

Fonte:  O Tempo

O presidente da Câmara de Itanhomi, Antonieli Costa Maia (PT), tomou posse como prefeito da cidade na noite desta quarta-feira (2), após decisão da Justiça Eleitoral. Ele assumiu o Executivo interinamente porque o Prefeito Jaeder Carlos Pereira (PSDB) e o vice Paulo Tarcísio de Andrade Nogueira (DEM) foram cassados por abuso de poder econômico nas eleições de 2016. A data da nova eleição para os cargos de prefeito e vice ainda será marcada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Os diplomas do prefeito e do vice foram cassados pelo TRE em dezembro de 2017, mas eles permaneceram nos cargos até o julgamento do recurso, que ocorreu nessa quarta-feira (2). A ação que pediu a cassação foi movida por Raimundo Francisco Penaforte, candidato derrotado na eleição municipal de 2016. A acusação afirma que houve abuso de poder econômico em razão de promoção de festa com show de dupla sertaneja, em benefício das candidaturas de Jaeder e Paulo, custeada por um apoiador da campanha. Para o relator do processo, juiz Ricardo Torres Oliveira, o show teve intuito eleitoreiro, pois foi realizado no mesmo dia de um comício do candidato Raimundo Penaforte. O juiz destacou ainda que, como a eleição foi decidida com uma diferença mínima de votos entre os candidatos, o evento configurou abuso de poder econômico em favor dos eleitos.

 

Fonte:  G1

 

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