Polícia

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Durante a Operação Engenho, deflagrada na terça (24) para investigar homicídios tráfico e venda de armas, a Polícia Civil prendeu 12 pessoas, entre elas um cabo do Exército suspeito de desviar munições de uso restrito da corporação. Os detalhes foram divulgados nesta quinta (26). Durante o cumprimento de um dos 14 mandados de busca e apreensão, os policiais encontraram dois tipos de munições de uso restrito às Forças Armadas. O homem que mantinha essas munições em casa foi preso, assim como o cabo do Exército que tinha ligação com ele. De acordo com o delegado Francisco Océlio, um dos responsáveis pela operação, as investigações continuam para saber se o militar desviou as munições de uso restrito. “Nosso desafio, agora, é descobrir, por meio da numeração do lote das munições, se elas eram destinadas a algum quartel do Recife”, afirma. Ainda segundo o delegado, não há indícios de que o cabo do Exército tenha ligações com o preso apontado como chefe da quadrilha, mas há com outro líder já preso por comércio ilegal de arma de fogo e munições. O G1 entrou em contato com o Comando Militar do Nordeste para questionar o que acontece com o cabo e aguarda retorno. Ainda de acordo com o delegado, entre os presos estão dois motoristas de aplicativo. “Sabemos que esses motoristas faziam o transporte desses ilícitos sob ordens do tráfico”, diz. Diante das prisões, o delegado também alerta para que os passageiros façam corridas exclusivamente por meio do sistema. “Caso essas corridas sejam feitas por fora, acertando um preço mais em conta, é difícil saber o trajeto feito pelo motorista. Por isso é importante que essas corridas sempre sejam feitas dentro do aplicativo, para garantir a segurança de quem está em viagem”, afirma o delegado.

 

Fonte:  G1

O caso do acidente em que uma mulher foi atropelada pelo marido sofreu uma reviravolta nesta sexta-feira (6), em Barretos (SP). Segundo o delegado Antônio Alício Simões Júnior, a investigação será tratada como tentativa de feminicídio e deverá ser feita pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). De acordo com o delegado, familiares de Letícia Pierini, de 26 anos, afirmam que ela foi alvo de uma tentativa de assassinato porque havia terminado o relacionamento com o suspeito há alguns dias. “Eu ouvi a mãe dela e ela fala que o marido estava viciado em cocaína e atentou contra a vida dela”, afirma. Letícia ficou gravemente ferida e está internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) da Santa Casa da cidade, mas já está consciente. Segundo a polícia, o suspeito, Welington dos Santos, de 31 anos, sofreu ferimentos leves e teve alta do hospital. Ele não foi localizado para comentar o assunto. Irmão de Letícia, o operador de máquinas Marcos Rogério da Silva Pierini afirma que a jovem foi atropelada pelo marido quando voltava do trabalho. O caso havia sido registrado pela polícia na quarta-feira (4) como lesão corporal culposa. Ele acredita que Santos tenha jogado o carro dele para cima da moto da irmã. Os dois foram encontrados feridos na estrada vicinal Pedro Vicentini, no bairro Los Angeles, e socorridos. Marcos afirma que Letícia seguia o caminho do trabalho para a casa da mãe, onde passou a morar desde que deixou o marido após uma discussão. “No domingo (1º), ele chegou em casa drogado. Os dois brigaram e ela saiu de casa e veio para a casa da minha mãe. Ele usa cocaína. A gente sempre pedia para ela largar dele e ela dizia que não sabíamos da missa um terço”, diz. De acordo com o operador de máquinas, Santos não aceitava o fim do relacionamento. No dia do acidente, ele enviou uma foto para Letícia com vários pinos de cocaína e afirmou que tentaria se matar, caso ela não voltasse para casa. “Ele disse que ia tirar a vida, mas ela achou que ia ser a vida dele. Ela só não sabia que seria a dela”, afirma. Junto há 11 anos, o casal tem dois filhos, de 4 e 9 anos. Marcos afirma que a irmã trabalha como atendente em uma gráfica para sustentar as crianças, já que o marido não ajudava com as despesas. "Minha irmã trabalha muito para sustentar os filhos porque o dinheiro dele sumia logo depois que ele recebia. Ninguém via para onde ia o dinheiro dele." A família quer que o suspeito seja preso, uma vez que a jovem teme um novo ataque. “Minha irmã não quer ficar sozinha. Ele está solto. Quando os dois brigavam, ele sempre dizia que iria embora para o Mato Grosso. Quem garante que ele não vá agora e fique livre?”, afirma.

 

Fonte:  G1

Uma operação integrada das Unidades do Comando de Operações Especiais (COE), do 18ºBPM (Jacarepaguá) e da UPP Cidade de Deus na comunidade deixou pelo menos seis pessoas mortas e outras três feridas, nesta quinta-feira (3), na Zona Oeste do Rio. A informação é da Secretaria Municipal de Saúde. Ainda segundo a SMS, os três feridos foram encaminhados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas seis outras pessoas já chegaram sem vida ao local. Pelo menos um dos feridos foi transferido para o Hospital Central da Polícia Milita. Um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) também foi baleado na perna e socorrido por outros policiais. A operação, que foi deflagrada para buscar e prender suspeitos envolvidos na morte de um capitão da Polícia Militar, ainda estava em andamento por volta das 17h. Pela manhã, duas das principais vias da cidade, a Linha Amarela e a Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, foram interditadas por quase duas horas devido a trocas de tiros entre policiais e homens armados. Segundo a Polícia Militar, foram apreendidos dois fuzis e quatro pistolas.

 

Fonte:  G1

 

Um policial militar matou a ex-companheira e fugiu sequestrando a filha de 4 anos na noite desse sábado em Santos Dumont, na Zona da Mata. De acordo com a PM, Gilberto Novaes, de 35 anos, chegou armado na casa da vítima, Sthefania Ferreira, de 29, e disparou várias vezes contra ela. Logo depois, pegou a criança e saiu em um Pálio de cor cinza. Ele estava afastado de suas funções há cerca de três meses por conta de problemas psicológicos. De acordo com o boletim de ocorrência, Sthefania estava em casa, no Bairro Córrego de Ouro, com o namorado quando o militar chegou. O casal havia pedido comida e, quando o motoboy chegou para fazer a entrega, o namorado da vítima desceu. Ele contou à polícia que nesse momento Gilberto aproveitou a ocasião e saiu do carro com a arma da mão. O namorado da vítima tentou impedir, mas o militar afastado subiu as escadas da casa, encontrou Sthefania e disparou várias vezes. O namorado contou à polícia que se escondeu atrás de um poste ao ouvir os disparos.

 

Fonte:  O Tempo

A Polícia Militar do Estado de São Paulo decidiu expulsar o soldado Adriell Rodrigues Alves da Costa, de 35 anos, da corporação. A decisão, publicada no Diário Oficial, acontece pouco mais de seis meses após o soldado acusar os oficiais do 39° Batalhão da Polícia Militar de 'perseguição, tortura e homofobia'. O agora ex-militar tornou-se conhecido a partir de um vídeo gravado por ele e compartilhado em uma rede social. "Se algo acontecer com a minha vida, com a minha integridade física, a responsabilidade é do comandante do batalhão, da Polícia Militar e do Estado, que nada fizeram para apurar as minhas denúncias", dizia. Seis meses depois da publicação do vídeo, o comando da PM decidiu expulsá-lo por ter cometido "transgressão disciplinar de natureza grave". Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Costa agrediu uma equipe de saúde e outros policiais durante uma avaliação clínica marcada a ele pela corporação durante apuração dos fatos. O ex-militar, que é formado em odontologia, ficou indignado com a decisão. "Fiquei dentro da minha casa esperando atendimento médico durante oito dias. Eu ia entrar em deserção. Me convenceram a ir dizendo que eu ia para São Paulo. Era mentira". Ele, que acabou preso por 34 dias, diz ser vítima de um crime "forjado" pelo comando. Adriell também alega que a corporação nunca aceitou os atestados que apresentava. "Eles me faziam trabalhar engessado e medicado, pois meus laudos não valiam". O salário dele foi suspenso em novembro de 2017. "A cúpula da instituição nomeou um sargento [para defendê-lo] que é subordinado aos tiranos que me perseguiram e torturaram". Soldado há 9 anos, Costa iniciou a carreira na polícia lotado no 24º Batalhão, em Diadema, sendo transferido depois para Mauá, cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Em 2011, teve as mãos lesionadas após um atropelamento durante o trabalho, e desde então, passou a atuar em funções administrativas na corporação. Em 2016, após decidir morar no litoral paulista, Costa passou a atuar no 39º Batalhão, em São Vicente. Segundo ele, desde o início, havia sido considerado “peso morto” por ter ido para a unidade com restrições médicas, retiradas posteriormente pelo médico do 6º Comando do Policiamento do Interior, responsável por todo litoral. A situação física se agravou ao lado da psicológica, já que ele acusava o batalhão de persegui-lo em razão da orientação sexual. "Eu escutei de um cabo que eu tinha que 'virar homem'. Ele me disse: 'Você não é homem. Você não está agindo como um homem'. Decididamente, um inferno começou na minha vida quando vim para a Baixada [Santista]", relatou, na época. Ainda na ocasião da divulgação do vídeo, a Secretaria de Segurança afirmou que estava prestando todo o apoio necessário ao policial.

 

Fonte: G1

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