Música

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Lenny Kravitz, aos 54 anos de idade e 30 de carreira, tocou muito e cantou pouco no palco principal do Lollapalooza neste sábado. A única cantada do começo ao fim por ele, com afinco e voz mais limpa, foi "It ain't over til it's over". Outro momento mais empolgado foi quando andou no meio do público e cantou um trecho de "Let love rule", penúltima da noite. Ao abusar de vocais alterados por efeitos e deixar a plateia ou seus músicos completarem muitos trechos de letras, ele usou mais as cordas da guitarra do que o gogó. Os números do show comprovam: são 11 músicas em 75 minutos. Há muito solo, introduções esticadas e, relativamente, pouca cantoria. Mas a plateia aceitou a viagem: houve pouca dispersão até em "Low", a única música do álbum "Raise Vibrations", lançado no ano passado. O cantor e guitarrista americano fez um show que teve como pontos altos seus hits da MTV e das rádios rock nos anos 90 e começo dos 2000. Na abertura, com "Fly Away", ele já dá aquela poupadinha na voz, algo que voltaria a fazer outras vezes. Em cada refrão, só canta a primeira parte e deixa o resto para seus vocais de apoio e a plateia. A primeira parte é a mais roqueira do setlist. Além de "Fly Away", tem "Dig In" e "American Woman". A música vem emendada com "Get up stand up", de Bob Marley. Mas ele apenas balbucia trechos da letra e deixa que seus fãs cantem, mais uma vez, o resto. Kravitz havia explicado essa mistura antes do show, em entrevista ao G1. "Muita gente não percebe que é uma música de protesto. Então, coloco as duas mensagens lado a lado e elas combinam bem." Ele está acostumado a multidões até maiores do que a encarada neste sábado. No Rock in Rio 2011, abriu para Shakira, mas o recorde veio em 2005, quando cantou para 300 mil pessoas na Praia de Copacabana. "Obrigado por ficarem na chuva por tanto tempo", disse, antes de lamentar que estava tocando no mesmo horário de Jorja Smith.

 

Fonte:  G1

Quinta, 26 Julho 2018 16:20

Drama de Demi Lovato é epidemia nos EUA

O drama da cantora e atriz Demi Lovato, levada às pressas para o hospital após uma overdose relacionada ao uso de opiáceos, expõe também a gravidade de uma tragédia americana: os opioides, medicamentos prescritos legalmente para aliviar a dor, provocam mais mortes nos EUA do que o câncer. O assunto é tratado como epidemia e levou o presidente Donald Trump a decretar emergência nacional de saúde pública, medida que facilita a liberação de fundos federais aos estados. São 115 mortes diárias por overdose de opioides, número 30% maior em 45 estados, no período entre julho de 2016 e setembro de 2017. E o seu combate traz um complicador, pois mistura no mesmo saco várias classes de dependentes: pacientes que sofrem de dor crônica e viciados em drogas ilícitas. Os derivados de ópio incluem medicamentos para dor, como morfina, oxicodona ou hidrocodona, e também as drogas ilegais, como heroína e fentanil. Dificuldades para obter medicamentos controlados deflagraram uma corrida de usuários à heroína, substância mais barata, para aliviar os sintomas dolorosos da abstinência. O Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas estima que metade dos jovens que injetam heroína já foi também dependente de analgésicos com prescrição médica. A recíproca praticamente se equivale. No livro “Dopesick”, a escritora Beth Macy traça um panorama da epidemia nos EUA e expõe a discrepância no tratamento dado aos usuários de opioides, brancos em sua maioria, encarados com mais simpatia em relação aos viciados em crack. A dependência em opioides afeta dois milhões de americanos, mas, infelizmente, esta cifra só assusta quando atinge celebridades como Demi Lovato.

 

Fonte:  G1

A estrela colombiana Shakira adiou sua turnê europeia do disco "El dorado" até 2018 por causa de uma hemorragia nas cordas vocais. Shows previstos para as próximas semanas foram cancelados. A cantora já tinha cancelado cinco apresentações - incluindo uma marcada para esta terça (14) em Amsterdã - e agora anunciou a suspensão até o ano que vem do restante da turnê. Os próximos shows aconteceriam na França, Espanha e Portugal. Segundo um comunicado, por causa da hemorragia nas cordas vocais, Shakira foi aconselhada a suspender qualquer atuação para se recuperar adequadamente e evitar danos adicionais. "Embora esteja muito decepcionada com tudo isso, Shakira está trabalhando para se recuperar e deseja voltar aos palcos com sua melhor atuação. Shakira segue agradecida pela lealdade, paciência e apoio que seus admiradores demonstraram durante este momento tão difícil", acrescenta a nota. Esta seria a primeira turnê que Shakira iria realizar após vários anos longe dos palcos. A série de shows foi anunciada após o lançamento de "El dorado", o 11° disco de sua carreira.

 

Fonte:  G1

Sábado, 21 Outubro 2017 06:28

Paul McCartney encerra turnê na Bahia

ais do que um show, uma experiência musical com Sir Paul McCartney. A noite do dia 20 de outubro de 2017 ficará na memória das 53 mil pessoas que foram até a Arena Fonte Nova assistir à última apresentação da turnê no Brasil do eterno Beatle. Sob arrepios, gritos e lágrimas durante clássicos da banda dos quatro garotos de Liverpool, Salvador teve a honra de receber Paul McCartney com a tour One on One pela primeira vez. Apesar da pontualidade não ter sido britânica, os 15 minutos de atraso do show fizeram aumentar ainda mais a ansiedade do público que ocupava cada cadeira da arquibancada e a pista sob o gramado do estádio. Às 21h45, os telões posicionados nas laterais do palco anunciavam o início do show histórico. Em português, assim como fez por outras cidades brasileiras onde passou, Paul disse: Ao som de "A Hard Day's Night", canção que nunca havia sido tocada por Paul como artista solo, abriu o show sob milhares de luzes de celulares que iluminaram a Arena Fonte Nova. Com a delicadeza de um gentleman, Paul McCartney interagiu com o público, fez 'coraçãozinho' com as mãos, e ainda deu uma rebolada com uma 'ginga' bem britânica. Nem mesmo a chuva que caiu antes e durante o show aliviaram o calor que fez Paul tirar o blazer logo na segunda música. A explosão de imagens projetadas no palco, como uma narrativa visual de cada canção tocada por Paul McCartney, foi um espetáculo à parte. Os olhares vidrados de jovens, adolescentes, crianças e a turma contemporânea aos anos 60 se misturavam aos beatlemaníacos que, juntos, experimentavam a genialidade do show de Paul, que, há mais de 15 anos tem Abe Laboriel Jr. (Bateria), Brian Ray (Guitarra e Baixo), Rusty Anderson (Guitarra) e Wix Wickens (Teclado) como parceiros. Com 70% de clássicos dos beatles, o repertório levou o público de volta ao passado e passeou pelo presente. Can´t Buy me Love, Let Me Roll, Blackbird, Eleanor Rigby, My Valentine, dedicada à esposa de Paul Nancy Shevell, que estava na Arena Fonte Nova, foram algumas das canções do show. Love Me Do, outra música nunca tocada por Paul como artista solo, foi um dos momentos marcantes do show, assim como clássicos do Quarrymen, banda embrião dos Beatles, e Wings. Como em outras apresentações do britânico, Live and Let Die foi acompanhada de um show pirotécnico que surpreendeu quem assistiu ao show do ex-beatle pela primeira vez. Na canção “Blackbird”, Paul McCartney comentou que havia escrito a canção sobre os “direitos humanos”. Em seguida, o coro "Fora Temer" tomou conta de parte da plateia, assim como aconteceu em outras cidades brasileiras. Em Let it Be, Yesterday e Hey Jude, acompanhado das velhas conhecidas plaquinhas do "Na na na", Paul embalou a Arena Fonte Nova. Aos 75 anos, Sir Paul tocou baixo, guitarra, piano e ukelele, instrumento que toca em homenagem ao parceiro George Harrison no momento de Something. Em Here Today, dedicada a John Lennon, fãs foram ao delírio. Sempre atencioso e afetivo, Paul interagiu a todo momento com o público em português. "Vocês são massa!", "Valeu, gente!", "Ave Maria", disse.

 

 

 

Fonte:  G1

Ao longo de quatro décadas de carreira, iniciada em meados da década de 1970 como integrante do grupo Vímana, Lobão sempre gravou álbuns com repertório autoral, dele próprio e/ou das bandas das quais fez parte. Contudo, o recém-lançado livro Guia politicamente incorreto dos anos 80 pelo rock (Leya, 2017) motivou o cantor, compositor e músico carioca a gravar o primeiro disco solo como intérprete, com abordagens de rocks da década de 1980. A julgar pelo livro, no qual Lobão explicita preferências por algumas bandas e cantores em evidência naquela época, é provável que o repertório deste 18º álbum do artista inclua composições de bandas como Camisa de Vênus, Gang 90 e Ultraje a Rigor, além de músicas dos cantores e compositores Cazuza (1958 – 1990) e Marina Lima. A ideia de Lobão é gravar o disco nos moldes do mais recente álbum do artista, O rigor e a misericórdia (2016), bom disco independente em que o polivalente músico toca todos os instrumentos e se autoproduz.

 

 

Fonte: G1

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